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Quiosques na orla e lazer na água: como Prefeitura de BH quer incentivar turismo na Pampulha

Lagoa da Pampulha, em BH TV Globo A Prefeitura de Belo Horizonte instituiu, na última semana, um grupo de trabalho para acompanhar a modelagem da concessão do...

Quiosques na orla e lazer na água: como Prefeitura de BH quer incentivar turismo na Pampulha
Quiosques na orla e lazer na água: como Prefeitura de BH quer incentivar turismo na Pampulha (Foto: Reprodução)

Lagoa da Pampulha, em BH TV Globo A Prefeitura de Belo Horizonte instituiu, na última semana, um grupo de trabalho para acompanhar a modelagem da concessão do Conjunto Moderno da Pampulha. O município afirma que a medida busca promover o turismo e incentivar atividades de esporte e lazer no local. Na prática, o que a prefeitura quer é estimular a instalação de deques e quiosques na orla, atividades turísticas e náuticas no espelho d'água e a transferência para a iniciativa privada da gestão de espaços como o Parque Ecológico da Pampulha, por exemplo. Na mesma linha, o Executivo anunciou a prorrogação dos passeios de catamarã, chamado de "capivarã", na lagoa por mais três meses. Também nesta semana, a Câmara Municipal aprovou em 1º turno projeto de lei que institui uma política de estímulo à prática de atividades náuticas na lagoa. Entenda mais: Projeto de concessão O Conjunto Moderno da Pampulha é Patrimônio Cultural da Humanidade desde 2016. Com a concessão, O grupo de trabalho será composto por representantes de diferentes secretarias municipais e vai atuar até a conclusão da fase de modelagem da concessão. Veja algumas das atribuições: acompanhar e subsidiar a elaboração dos estudos relativos à modelagem da concessão; consolidar diretrizes institucionais e técnicas a serem observadas na estruturação do projeto; apoiar a identificação, estruturação e alocação de riscos do projeto, inclusive quanto à matriz de riscos contratual; definir metas e métricas de qualidade que deverão integrar o contrato de concessão; apoiar a definição de mecanismos de fiscalização de desempenho da concessionária; analisar e validar minutas de edital, contrato e anexos técnicos. Segundo a prefeitura, "as ações serão pautadas pelos princípios de preservação ambiental, valorização do patrimônio cultural, promoção do turismo sustentável e incremento das atividades de esportes e lazer na região da Pampulha". Prefeitura prorroga viagens do Capivarã Navegação turística prorrogada até julho Os passeios de catamarã na Lagoa da Pampulha serão mantidos pelo menos até 10 de julho. A prorrogação consta em aditivo ao contrato firmado entre a Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur) e o instituto responsável pela operação. O documento também prevê mudanças no projeto operacional do serviço e ajustes nos custos, com a retirada de despesas relacionadas a estruturas já instaladas. Para essa etapa, o valor empenhado é de R$ 759.010,24. O contrato original foi firmado em dezembro de 2025 e previa a prestação do serviço até fevereiro de 2026, com valor global de R$ 822 mil. O objetivo é oferecer passeios turísticos na lagoa por meio de uma embarcação com capacidade mínima para 30 passageiros sentados, equipada com banheiro acessível, sistema de som e itens de segurança exigidos pela Marinha. Com o aditivo, a prefeitura garante a continuidade das atividades turísticas no local, agora com adequações operacionais e revisão dos custos, conforme apontado pela administração municipal. Projetos de lei sobre a Pampulha O PL 454/2025, aprovado em 1º turno com 36 votos favoráveis, proíbe motos aquáticas, lanchas e barcos com motor, por exemplo. A medida não inclui embarcações da administração pública e de órgãos de fiscalização ambiental, segurança pública, salvamento e Defesa Civil em serviço, como o capivarã, navegação turística da Pampulha. O texto também estabelece a apreensão de embarcações, motorizadas ou não, e multa de R$ 1 mil para quem praticar esportes náuticos na água sem autorização da prefeitura. Já o PL 499/2025, também aprovado em 1º turno, busca estimular a prática de atividades náuticas na lagoa, como o aluguel de remo, canoagem e caiaque, além de embarcações a vela. O texto diz que essas atividades só poderão funcionar com regulamentação e licenciamento do poder público. Além disso, estabelece exigências de segurança, regras ambientais, restrições e penalidades. Vídeos mais vistos no g1 Minas: